quarta-feira, 20 de julho de 2011

4º Dia

Café da manhã tradicional
Resolvemos ir até o porto para tentarmos encontrar uma forma de irmos direto a Playa Blanca (sem passar horas em um barco), foi então que o motorista de taxi disse que nos levaria até lá. Deu-se início à nossa maior aventura... se andar de taxi na cidade já representava atividade de alto risco, ir até lá superou as expectativas de qualquer um de nós, a estrada era muito ruim, o motorista pior ainda e, para completar, chegamos a um vilarejo onde fomos abordados com muita violência por diversos homens. Até entender que eles queriam apenas vender o serviço de suas respectivas balsas, eu estava realmente assustada. Passada esta etapa, veio a balsa... sem comentários...
Mais um grande trecho de estrada ruim e finalmente, após 1 hora e meia, chegamos ao paraíso, um lugar sem igual, o mar maravilhoso, conseguimos ficar em uma ponta bem tranqüila da praia e nos surpreendemos positivamente, pois havíamos sido alertados para a quantidade de ambulantes que encontraríamos lá. Não fomos importunados, ficamos na tenda do Pacoal, onde almoçamos muito bem, uma comida típica: robalo, arroz de côco, patacon e ensalada, tudo muito bom.
Neste dia conhecemos a Bene (massagista) não consegui fugir da massagem nas pernas, a Ivana foi agraciada, ao custo de 20.000 pesos, também. O Rogério ganhou um “regalo” e o Sergio fugiu para o mar...
A volta foi tão ruim quanto a ida.
No final da tarde fomos para a cidade velha, onde fizemos uma happy hour no Café Del Mar, um lugar alto, onde fica o forte, os canhões, enfim, as fotos do Rogério dizem bem mais do que este relato.
Jantamos no Hard Rock e foi ótimo!

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